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Ponto Gê
 

Poisé gente, a partir de hoje estou de casa própria. Meus reconhecimentos à você, Ariane, pelo tempo em que vivemos juntas, dividindo espaço lá no retalhos e pensamentos. Agora somos vizinhas, e ainda vamos alinhavar muitos conchavos e trocar várias xícaras de açucar. A todos vocês que vieram me visitar, meus agradecimentos, pois sem vocês eu fatalmente perderia o incentivo de tentar versos, nessa ousadia descomunal.  Daqui pra baixo, estão alguns dos meus retalhos postados até hoje. Daqui pra cima, eu começo com novos delirios. Gente, a casa é mineira, estará sempre de portas abertas. Um beijão

Geórgia.

Bom... hoje já é dia 13, a casa já está em ordem, estou super-hiper-feliz com as visitas recebidas,as quais agradeço com todo meu coração, vamos então ao trabalho. Um, dois e já vou postar!... Beijão e obrigada pelo incentivo amados leitores!



 Escrito por Geórgia às 02h48 [ ] [ envie esta mensagem ]



Já que o ‘z’ não me quis.

                                     (Picasso)

 

 

Fiz minha hora, acertei meus ponteiros

Alforriei minh’alma.

Não quero ser telúrica, permaneço lunática

Limpei meus pinceis com água de cheiro

Desfiz-me da prancheta, abri meu espaço

Decorei-me em personas múltiplas

Tracei meu haikai, sem acertar o ímpar

Convidei Áureo para jantar

Estou começando pela letra A

 



 Escrito por Geórgia às 02h21 [ ] [ envie esta mensagem ]



2º ato

 

 

Apagaram-se as luzes da ribalta

As sombras que nos esperam

É a vida que enceno



 Escrito por Geórgia às 02h13 [ ] [ envie esta mensagem ]



O outro lado

 

Fiz-me silêncio, nem pensar ouso

Dos males faço minha história

Dos ais minha redenção

Embora a cruz não seja pequena

Tenho os ombros largos

E caminho a passos curtos.



 Escrito por Geórgia às 02h10 [ ] [ envie esta mensagem ]



Fala, coração!

 

Já que ninguém é feliz

porque a alma é fria

e o coração é sóbrio,

hoje não quero pensar.

Com a mente demente,

vou amanhecer em dormência

para sonhar em grande estilo.

Coração não quer sossego

Coração quer delirar.



 Escrito por Geórgia às 01h45 [ ] [ envie esta mensagem ]



Bagagem

Mas tenho que arrumar mala,  Tenho por força que arrumar a mala, 
A mala. Tenho que arrumar a mala de ser.  Tenho que existir a arrumar malas. (Fernando Pessoa)

 

                                     ====================

 

(Sonhos, perdas, solidão, medos, prosas, martírios, existência, desistências, tristezas, chistes: alma – essa é a bagagem)

 

 

Rastros de vida sonhada

Ranços de sonhos perdidos

Tenho a alma viúva

Escorro meus pêsames

entre dedos e prosas.

                                            ............. continua



 Escrito por Geórgia às 01h15 [ ] [ envie esta mensagem ]



Nesse doído martírio

entre existir ou desistir

Dou-lhe a minha tristeza,

Pois é ela o que possuo.

De pouco adianta

fazer uso de chistes,

se tudo que eu quero

é apenas sentir a sério.

 

Ando confusa nessa arrumança

De que adianta arrumar a mala

para essa tal de partida,

se só de mim, vou levando?

Tenho a alma vazia

não me visita ninguém.



 Escrito por Geórgia às 01h09 [ ] [ envie esta mensagem ]



Limites

                      

                      Aqui, só nós dois.

              Lá fora, todo o resto.

                Aqui, te encontro

                    e me basto.

 

              Havia perdido a noção

                 do espaço que ocupo.

      Essa distância entre a cama e o teto

              não tem exatos limites.

 

              O nosso limite é o teto.

      Não existe prudência numa hora dessa.

             Todo apaixonado é igual.



 Escrito por Geórgia às 01h00 [ ] [ envie esta mensagem ]



A hora é agora

Foi meramente por acaso

Que você se insinuou

E foi por acaso que eu te aceitei

Agora é tarde, moço

Você já me atiçou

‘Até as frutas tem a sua época certa’.

Não foi por acaso que eu te provoquei

E nem foi por acaso que você me excitou

Agora é hora, moço

Se você quiser, eu quero.

Esse é um amor urgente

E tenho pressa...



 Escrito por Geórgia às 00h49 [ ] [ envie esta mensagem ]



Síncope cardíaca e cerebral

O meu deus infartou

sai do cti diferentemente curada e salva

Meu coração vagabundo, amassei

dele, fiz transfusão miúda

Da disritmia eu fiz samba de doer cotovelos

Os doutores dos males, exorcizei

Minha cabeça-maluca foi enfaixada

As flores dei para o vizinho da maca, meu parceiro

Usei esparadrapos para não ser barrada no baile

Adicionei gelo ao soro fisiológico e tomei a saideira

Adocei meu café com morfina e aspirina

Servi dores doces em gazes finas no prato de Limonges

Guardei na bolsa de maquiagem, o comprimido do meu peito

E achei doce morrer na praia, remando contra a maré do sétimo dia.

Joguei o mertiolate para Iemanjá em noite de dia primeiro

Enquanto sobrevivente, nunca mais falei sério.

E me deram alta.

 

Hoje, eu acordo liberando endorfinas,

com aquela sensação antálgica.

Sou co-autora de Neruda, confesso.

Confessando, confesso que valeu a pena.



 Escrito por Geórgia às 00h44 [ ] [ envie esta mensagem ]



Todo dia é sempre tudo igual...

 

Toda noite é la meme chose

e eu quero ser a mulher dele.

Toda noite eu apago o abajour

e morro de amor por ele.

 

Toda manhã

eu desperto dos sonhos que tive com ele.

Toda manhã

eu escovo os dentes, só para tirar o gosto dele.

 

Toda manhã eu quero que anoiteça,

só para recomeçar.



 Escrito por Geórgia às 00h25 [ ] [ envie esta mensagem ]



Sai de viagem com Thomas Morus. Fui para Utópica.

 

Quisera eu, não saber nada

Já não cabe dentro de mim

tudo aquilo que me fizeram acreditar.

Assim, não sobra espaço para a minha debilidade doce.

Com tanta gente falando em viver,

Tudo que eu apenas queria era ser absurda.



 Escrito por Geórgia às 00h19 [ ] [ envie esta mensagem ]



Eu, passarinha

 

Nasci com asas,

bem livre, bem leve, bem solta,

mesmo que você não queira.

Em dias de chuva, eu tombo.

Em dias de sol, me levanto.

 

Fiz opções na vida, fiz escolhas.

em algumas acertei.

em outras, perdi o vôo.

 

Ganhei o pão, o amor e desafetos.

cuidei de ti, cuidei de mim.

carreguei gravetos e fiz ninhos.

brinquei de ser arisca.

sustentei meus caprichos.

 

Me tornei passarinha,

a cada dia vôo mais alto, não tenho limites.

Me tornei inteira de corpo e asas.

E assim, atrevida.

 

É desumano querer amarrar meu pé.

Passarinho vive solto.

Nem gaiola de ouro, convence!



 Escrito por Geórgia às 00h08 [ ] [ envie esta mensagem ]



De domingo a domingo

I - Hoje é domingo 

Nada de mais íntimo acontece aos domingos.

Aos domingos, até o meu sexo descansa.

E os meus hormônios se acomodam.

 

II - Hoje é segunda.

Meus hormônios

recebem segunda ordem

pra voltar a me atazanar

e ficam a me rodear

 

III - Hoje é terça.

Nem rezando o terço

e a novena toda

você pára de me provocar

e tentar me penetrar.

 

IV - Hoje é quarta.

Você arruma um jeito

de me levar pro quarto.

E eu vou, sem fazer fita,

sem fazer a feira.

                                             ............................................ continua ............



 Escrito por Geórgia às 00h05 [ ] [ envie esta mensagem ]



V - Hoje é quinta.

Dia que o diabo gosta.

Entre idas e vindas

uivo e faço do amor um vendaval

só pra te provar que eu gosto.

 

VI - Hoje é sexta.

Você insiste e me chama de puta

Os meus demônios safados

não resistem aos seus,

e te respondem: - Sua.

 

VII - Hoje é sábado.

Dia de comida boa.

Eu te bebo, te almoço e te janto.

Te esfrego e te lavo.

 

XX - Hoje é domingo novamente. Os domingos me desafiam. 

 

 



 Escrito por Geórgia às 00h00 [ ] [ envie esta mensagem ]



O amor é bicho-grilo

O amor é uma coisa esquisita.

Te enfrenta,

Te desacata,

Te fascina,

Te pega,

Te esfrega,

Te explora,

Te mela,

Te amolece,

Te afrouxa,

E te transborda.



 Escrito por Geórgia às 23h51 [ ] [ envie esta mensagem ]



Todas as loucuras do mundo é no corpo da Arte que pode acontecer.

Na impossibilidade da cor, eu quero ficar azul.

Pra ficar odara.

Azul, em todos os matizes: azul da Prússia, azul do mar da Grécia, lápis-lazúli, azul de Turnbull, azul de Bremen, azul intenso, e até o azul limão, só pra azedar.

Vou me pintar em aquarela.

Fazer uso da perfeita técnica da têmpera e me tornar insolúvel, pra te encantar, te encantar...Usarei pigmentos de Lautrec, moídos a mão, que ficarão em camadas por baixo, um dos outros, na sucessão de camadas da minh’alma.

Depois ficarei exposta no varal, para me secar.

O vermelho de cádmio, que foi de Renoir, eu vou usar para colorir a minha boca. Nos olhos, o negro de marte. No ar, uma cara de mulher. Sujarei meus dedos com azinhavre, vou ter o prazer nas mãos. Imitarei o sorriso de Monalisa só para te infernizar. Vou usar emprestado o romantismo de Goya, amanhã faço devolução. Farei uma mistura de glazer para perfumar meu caminhar. Cheiro de terebentina misturada com madeira de lei.

Com tantas técnicas tradicionais eu me manterei flexível e, das fórmulas balanceadas eu manterei o equilíbrio da solubilidade,  pra nunca mais me craquelar!

                    ..................................................................... continua ...................



 Escrito por Geórgia às 23h44 [ ] [ envie esta mensagem ]



Me desnudarei com telas de Tapier, e em parceria com Caravaggio me colocarei dourada e barroca: não se vai a um grande acontecimento assim, sem antes se preparar. Farei de mim um grande mural , não me caberei em cavaletes.

Mesmo sem ser amiga do Rei eu farei a minha individual.

Vou me resguardar do impressionismo de Monet e amanhã de manhã serei irônica, contemporânea, conceitual e processual e te provocarei mudanças, seja no olhar, seja na percepção. E Volpi

olhará por mim, amém.  Amanhã a tarde serei surrealista, porque afinal estamos no século XXI e é chegada a hora de Alice acordar.

 

...e nesse momento haverá uma sintonia, uma ligação, uma reversibilidade entre a artista e o pincel.

Agora só falta dar verniz de retoque e não esquecer de assinar, só pra dar garantia.

 

 

Obs) Cuidado, tinta fresca!                          

 

BethAlmeida



 Escrito por Geórgia às 23h41 [ ] [ envie esta mensagem ]



Eu, por mim mesma.

Por teimosia, tenho várias pretensões.

Sou filha única, mãe constante, dona de casa prendada, chef de cozinha, amiga leal, amante gostosa, companheira, economista séria, arquiteta competente, decoradora criativa, artista plástica, trapezista e aprendiz de mágico.

 

Por convicção, sou uma grande fêmea-macho.

 

Só não tenho pretensão literária. E ainda assim ouso, já que não há

teoria econômica ou filosófica que faça sentido.

 

Então o que faço aqui é simplesmente formular percepções: percebo aquilo que eu mostro e mostro aquilo que percebo’’.

 

  

(Geórgia de Albuquerque e Alcântara, mineira da gema, com tendências marcianas, idade não identificada, ainda sobrevivente)



 Escrito por Geórgia às 20h59 [ ] [ envie esta mensagem ]